domingo, 4 de outubro de 2015

Espadachim de Carvão e as Pontes de Puzur - Affonso Solando - Leya - 2015



Resenha abaixo não contem spoilers do livro citado.
>- SPOILERS PEQUENOS DO PRIMEIRO LIVRO ESPADACHIM DE CARVÃO <- 
(Leiam os 'P.S.' São importantes)

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Entre criaturas num mundo recém abandonado pelos 4 que são 1, conhecemos a história de puzur e Laudiara, e no tempo atual continuamos acompanhando Adapak descobrindo a origens da história de um dos maiores ladrões que Kurgala já viu. Vem comigo nessa continuação fantástica(ba dum tiss) da história que Affonso Solano nos proporciona.

Lutando para se adaptar ao mundo dos mortais, Adapak se refugia no navio de Sirara, farto de lidar com os segredos do passado. Mas quando um antigo diário cai em suas mãos, o Espadachim de Carvão acaba por mergulhar nos registros de alguém responsável por influenciar não somente sua vida, mas a história de Kurgala – uma menina forçada a acompanhar a jornada de um ladrão desesperado, disposto a violar as regras mais antigas que os Quatro Que São Um deixaram para trás. Quem foi Puzur? O que procurava? Enquanto viaja pelas páginas do tempo, Adapak desconhece que sua curiosidade está prestes a colocá-lo sob a ameaça de algo que ele mesmo possa ter desencadeado.

Como mostrado na resenha do livro anterior eu deixei um spoiler do que seria o segundo livro, e a sinopse acima mais que confirma a história a respeito de Puzur, que tanto ouvimos falar no primeiro livro e damos de cara ainda com a continuação da história de Adapak que chega no final você acha que esta faltando páginas no livro. Explico mais abaixo. 

Lemos nessa aventura o motivo de antigas espécies não existirem mais em Kurgala, motivos que levaram ao mundo mudar na era de adapak, e vários personagens que entrelaçam não somente a vida do nosso lutador preferido como também do nosso ladrão preferido. (Quero ver até o final ele não virar seu também!)

Como falei a cima, é uma puta sacanagem terminar o livro dessa forma (não posso soltar spoiler) dando um gancho gigante não somente na história de Adapak como de Puzur. Já soube por intermédio do autor que vem por ai continuações, e esse livro prova exatamente isso, e como uma pessoa muito satisfeita com essa obra do autor vou atrás das outras histórias, pois não posso ficar sem saber o que acontece depois, adeus dinheiro! (rs)

È perceptível a mudança do primeiro para o segundo livro, em termos visuais com mapas, ilustrações em cada capítulo (pequeno spoiler de cada capítulo se for para prestar atenção), o nível de detalhamento da escrita em alguns momentos diferenciam mais e o principal, esse é para os atentos, os pequenos detalhes do primeiro livro são levados em conta aqui. Digo somente 1 deles: O Ladrão nas história 'teria' umas botas para viajar rápido, contudo no segundo livro acabamos vendo de onde surgiu esse boato. 

Com uma maestria que vimos na primeira obra, Affonso não deixa em nada nesse segundo que nos leva ainda mais para trás do tempo de Adapak, mesmo assim não deixamos de ver muitas coisas e novidade que o protagonista vai percebendo na cidade grande. 

P.S.: Falei para o Autor... Gostava mais da gramatura da versão anterior. :( Mas, o importante é o conteúdo, e que conteúdo!!!


"Para que servem as cicatrizes senão para nos lembrar que o passado é real?."

Obs.: Prefiro não notificar o livro, pois eu não tenho a capacidade de enumerar de 0 a 10 o quão ele pode ser ruim ou não. Prefiro deixar você descobrir. E se por ventura houver erro de português, não deixa de me avisar, sou humano e vou errar! (Essa observação irá em todas as resenhas
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