segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Perdido em Marte - Andy Weir - Arqueiro - 2015


Resenha abaixo não contem spoilers.

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Como sobreviver a um planeta onde tem uma distância de 12 a 16 meses de viagem, em que todo do clima não ajuda para sobrevivência do ser humano e mesmo assim e uma missão de 31 sóis (como se chama em marte os dias) por causa de um tempestade, os tripulantes abortam a missão e pensam que um companheiro seu, Watney, está morto, mas na verdade ele ficou sozinho. E agora? Sobreviver ou esperar morrer? Nessa eletrizante ficção, rimos, ficamos apreensivos e entendemos que nada é tão fácil quanto imaginamos. Vem comigo nessa, mas não em viagem a marte.  

Há seis dias, o astronauta Mark Watney se tornou a décima sétima pessoa a pisar em Marte. E, provavelmente, será a primeira a morrer no planeta vermelho.Depois de uma forte tempestade de areia, a missão Ares 3 é abortada e a tripulação vai embora, certa de que Mark morreu em um terrível acidente.Ao despertar, ele se vê completamente sozinho, ferido e sem ter como avisar às pessoas na Terra que está vivo. E, mesmo que conseguisse se comunicar, seus mantimentos terminariam anos antes da chegada de um possível resgate.
Ainda assim, Mark não está disposto a desistir. Munido de nada além de curiosidade e de suas habilidades de engenheiro e botânico – e um senso de humor inabalável –, ele embarca numa luta obstinada pela sobrevivência.
Para isso, será o primeiro homem a plantar batatas em Marte e, usando uma genial mistura de cálculos e fita adesiva, vai elaborar um plano para entrar em contato com a Nasa e, quem sabe, sair vivo de lá. 

Fui ler esse livro por causa do filme que vi, dos comentários (ótimos) que recebi de colegas e porque eu estava afim de ler o livro. E é daqueles que surpreende deste as primeiras páginas até a ultima... e por ter visto o filme antes não atrapalhou, até ajudou na complexidade das maquinas e das imagens que ele descreve no livro.

O livro tem sua parte técnica? Claro, não tem como ser um filme de viagem planetária que não tenha essas partes, contudo da forma que ele fala você vai entendendo alguns por osmose, outros por simplesmente fazer parte da história e que você necessitará daquela informação ao longo da história

Mark Watney é um tipo de astronauta extremamente hilário e sarcástico. Também... para tentar sobreviver aos dias que viriam só mesmo sendo dessa forma. Onde existe uma possibilidade de resgate em 1 ano e meio e ele só tem comida para 31 dias.

E vamos acompanhando nosso astronauta pela sobrevivência em marte, seja plantando batatas, seja sobrevivendo ao extremo frio ou até mesmo usar, tanto as próprias fezes como a de seus companheiros que lhe 'deixaram' no planeta vermelho, para servir de adubo para uma plantação. Algumas parte nojentas, outras partes matemáticas e outras químicas nos vamos simpatizando e até ficando apreensivo com essa história.

Seja em filme, seja em livro ficamos entre a história da NASA que faz de tudo para a sobrevivência dele, quanto a vivência dele, quanto a sua tripulação em volta para a terra e o regresso para marte. Parte final de fazer qualquer um rir, até Tony Stark (O.o), nos vemos que não se trata de um livro de sobrevivência, mas de poder viver com aquilo que temos em mãos.

P.S. : Farei uma comparação entre o filme e o livro em outro post. :)

"Então, está é a situação: estou perdido em marte. Não tenho como me comunicar com Hermes nem com a terra. Todos acham que estou morto. Estou em um HAB projetado para durar 31 dias."

"Meu traseiro está fazendo tanto pela minha sobrevivência quanto meu cérebro"

"A química sendo a megera desleixada que é..."

"Dizem que nenhum plano sobrevive ao primeiro contato com a prática. Sou obrigado a concordar."

Obs.: Prefiro não notificar o livro, pois eu não tenho a capacidade de enumerar de 0 a 10 o quão ele pode ser ruim ou não. Prefiro deixar você descobrir. E se por ventura houver erro de português, não deixa de me avisar, sou humano e vou errar! (Essa observação irá em todas as resenhas)
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