segunda-feira, 18 de abril de 2016

RUA CLOVERFIELD, 10 (10 Cloverfield Lane, EUA,2016)

RUA CLOVERFIELD, 10 (10 Cloverfield Lane, EUA,2016)
Resenha abaixo não contem spoilers do filme.


Então, começo esse texto do nada, assim como surgiu a informação de Rua Cloverfield, 10, de repente, de supetão, simplesmente jogado na nossa cara, de surpresa. Há uns 4 meses apareceu um trailer e só, que eu vi no Youtube, nunca foi colocado no cinema e olha q toda semana eu estou lá na salinha escura, firme e forte.


Como o nome sugere, pensamos logo ser uma continuação de Cloverfield, O Monstro, filme de 2008, mas não é bem assim, temos referências e tal, porém é um outro filme, completamente diferente e igualmente SENSACIONAL. Desde Pandorum não me deparo com um suspense tão bom e criativo.
Logo no começo temos Michelle (Mary “Ramona” Elizabeth Winstead), que fugindo de um relacionamento conturbado, sofre um acidente de carro e ao acordar está presa num quartinho, quando aparece Howard (John Goodman), um homem grandalhão que não dá muitas explicações, lhe oferece comida e a chave para se soltar.


Claro que Michelle não entende nada e tenta fugir, o que não dá lá muito certo, pois Howard tem todo um esquema de segurança para seu Bunker, sim amiguinhos, estamos presos num super bunker com energia e muita, mas muita comida. De acordo com Howard o mundo como conhecemos acabou e o ar está extremamente contaminado, não podendo sair nem pensamento para não correr riscos. No bunker também reside Emmett (John Gallagher Jr.), que igualmente foi resgatado pelo paranoico Howard e assim se forma o trio principal e único do filme.


Howard as vezes agressivo, as vezes paciente se mostra muito seguro da sua teoria do fim de tudo e consegue envolver Michelle e Emmet em seu mundo, e de repente eles estão lindamente convivendo como uma família feliz e de repente não estão mais, e de repente de novo, “fodeu”, sim, assim mesmo, é tudo muito tenso, tudo muito louco, está tudo bem, mentira, não está tudo bem nada, está tudo virado!! E nós vamos ficando tensos, elaborando as mais variadas teorias e dando saltos na cadeira e em uma das cenas eu acho que fiquei bem uns 2 mins com as mãos na cabeça e pensando: “foi isso mesmo?? Não acredito, que po**a é essa?!?!”... Bem assim mesmo e claro que a trilha sonora ajuda e muito a criar o clima.


Posso dizer que dos 105 minutos, os 30 minutos finais foram os mais tensos da minha vida, acho que nunca mudei tanto de posição numa cadeira de cinema, e se não sabíamos de nada, o filme só se revela bem no final e isso é simplesmente maravilhoso, atiçando a curiosidade e brincando com nossa mente, porque é um filme claustrofóbico, tenso, criativo e ao mesmo tempo simples. Tinha que ser arte de J.J Abrams que produz mais essa obra prima de suspense, maaaaas sou suspeita porque sou fã girl dele desde os tempos da série Alias. Fã ou não, tenho certeza que Rua Cloverfield, 10 vai agradar a todos porque é um suspense com selo tenso de qualidade. Assistam, porque vale a pena demais, é simplesmente FANTÁSTICO, ótimo de bom. Fazia tempo que não saia tão empolgada do cinema (desculpa Batman)!! Estão esperado o que?? Vão assistir logo porque filmes assim ficam pouco tempo em cartaz, levantando em 3... 2... 1... ASSISTAM!!! :D



Resenha feita por: Amanda Oliveira

Obs.: Prefiro não notificar o livro, pois eu não tenho a capacidade de enumerar de 0 a 10 o quão ele pode ser ruim ou não. Prefiro deixar você descobrir. E se por ventura houver erro de português, não deixa de me avisar, sou humano e vou errar! (Essa observação irá em todas as resenhas)
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