segunda-feira, 27 de junho de 2016

[Resenha] O Lobo das Planícies - O Conquistador - Livro 1 - Conn Iggulden- Record - 2012

Resenha abaixo não contem spoilers

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Para quem me conhece, sabe que adoro um romance épico retratando a história de Grandes nomes. Depois que comecei Con Iggulden, O imperador, que retrata a vida de Julio Cesar deste sua infância a ele ser um grande imperador, comecei a série O conquistador sobre o famoso Gengis Khan imperador dos Mongóis, que trata-se de passagem império maior que o Romano. E não é que minha paixão por esse literatura continua ainda super viva e apaixonante? Vem comigo se conhecer e se apaixonar.

"Temujin tinha apenas 11 anos quando seu pai foi morto. Filho do líder da tribo, o menino foi então abandonado, e começou a vagar pelas planícies. Em pouco tempo, Temujin dominava o arco-e-flecha, demonstrando grande habilidade com armas. Reunindo outros excluídos como ele, logo dominaria diversas tribos. A grande jornada apenas começava, um novo imperador estava nascendo - Gêngis Khan. O lobo das planícies é o primeiro volume da série O Conquistador, que recria a saga do imperador mongol Gêngis Khan e de seus descendentes."

Conhecemos vários nomes históricos como Alexandre o Grande, Julio Cesar... mas realmente percebo que o pessoal conhece o nome Gengis Khan, porém muitos desconhecem quem realmente é foi, qual ser cargo, onde foi a sua dominação, que povo era ou até mesmo qual vastidão ele chegou antes mesmo de morrer.


Antes do mundo moderno que conhecemos, e mais de 1000 anos depois de cristo no local que hoje conhecemos como Irã, Cazaquistão, boa parte da Rússia e grande maioria da China, foi um domínio que chega a ser o dobro do império romano que conhecemos.


Como já estou acostumado a literatura escrita por Conn ele além da grandes pesquisas que faz, é com esforço e muitas vezes de forma fluída que nos traz os costumes do povo, como é a cultura local, os principais nomes usados e como vive aquele povo, nesse caso os mongóis que apesar se tem um imperador, super pequeno, o país em sua maioria vivia em base de tribos de diversos nomes.

Você conhecer deste a trajetória onde o pai morre, a família é desgarrada do seu povo, precisa viver de pequenas caças quase morrendo, intrigas familiares por comida chegando a fugir por diversas vezes para não serem mortos. Mostra como foi o crescimento pessoal tanto da família, mas principalmente do Temudjin, antes de virar um Cã (Líder de uma Tribo) e posterior um Gêngis.

Você lê o livro e se sente no meio daquele povo que anseia por guerras, famílias, riquezas mas tudo no limite que é possível para o ser humano, porém o Temudjin sempre queria mais, não como uma coisa pessoal, mas ele vê a possibilidade de juntar diversas tribos, muitas vezes rivais, para tornar um povo único e isso que veremos mais a frente, e conseguimos ver o começo dessa formação no final do livro.

Quando mais leio esse tipo de literatura, mais me apaixono e tenho certeza que nunca vou conseguir enjoar.

"Somos o povo de prata, os mongóis. Quando perguntarem diga que não existem tribos. Diga que sou cã do mar de capim, e eles me conhecerão por esse nome, Gêngis. É, diga isso. Diga que sou o Gêngis e vou cavalgar."


Obs.: Prefiro não notificar o livro, pois eu não tenho a capacidade de enumerar de 0 a 10 o quão ele pode ser ruim ou não. Prefiro deixar você descobrir. E se por ventura houver erro de português, não deixa de me avisar, sou humano e vou errar! (Essa observação irá em todas as resenhas)
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Sobre Higor e Juliana: Casal geek, cinéfilos, leitores compulsivos. Amantes de um bom seriado e perdidamente apaixonados pelo mundo da literatura.