sexta-feira, 3 de junho de 2016

[Resenha] Arena 13 - Joseph Delaney - Bertrand Brasil - 2016

Resenha abaixo não contém spoilers.

Título Original: Arena 13 (Arena 13 Trilogy #1)
Páginas: 320
Informações do Livro: Skoob - GoodReads
Onde Comprar: Compare e Compre - Saraiva - Amazon Submarino
Leia Amostra Grátis: Amazon - Saraiva

Joseph tem vários anos no mercado editorial escrevendo diversos livros juvenis, onde é bastante conhecido por escrever as aventuras do Caça Feitiços, mas isso não deixa ele por menos e continua a escrever outras obras, alguns que já viraram filmes, (por mais ruim que seja o filme) e outras que tendem e alcançar níveis de literatura para agrandar a todos. E esse é por esse motivo que vem a Trilogia Arena 13. Gostei bastante, mas tenho pontos a serem considerados. 

Leif tem uma única ambição: tornar-se o melhor lutador da famosa Arena 13. Lá, os espectadores apostam em qual lutador vai derramar sangue primeiro. E, em ajustes de contas, apostam em qual lutador vai morrer. Mas a região é aterrorizada por Hob, um ser maligno que se deleita torturando a população e exibe o seu poder devastador desafiando combatentes da Arena 13 a lutas até a morte quando bem entende. E isso é exatamente o que Leif quer, pois ele conhece bem os crimes de Hob. E, no cerne da sua ambição, arde o desejo de vingança. Leif procura revanche contra o monstro que destruiu a sua família. Mesmo que isso lhe custe a vida.

Deste o começo do livro até o final você fica sem entender se o livro se passa no presente alternativo, num futuro apocalíptico fantasioso, ou num passado que beira para alguns elementos do Steampunk. Esse é um dos pontos que me fez gostar bastante do livro, pois ainda fiquei sem saber se o que ele fez foi uma homenagem a diversos elementos de uma cultura tecnológica mais antiga, ou simplesmente quis usar esses elementos para um passado que teve seu empenho tecnológico além do normal.

Não me fiz entender né?! Tenho ciência disso e fiz de propósito, já que vemos isso durante leitura do livro e não veja isso com péssima notícia, já que é um livro que tem como princípio o ingresso do leitor em um mundo onde há tem diversos elementos extremamente diferentes, seja em questão de animais, ou  nomes de objetos. Contudo o que há de mais real na história são os humanos que vivem nesse mundo chamado Midgard, que nada tem haver com Deuses Nórdicos.

Teve homenagem no livro até em linguagem de programação com nome do seu fundador aos altos e bons claros textos que se lê, e eu adorei isso, porém acredito que isso vá deixa o leitor realmente ainda boiando e querendo saber que época realmente está esse livro. Faço minhas palavras o que o Financial Times falou (e está na quarta capa do livro):

"Em parte uma distopia futurista, em parte uma fantasia épica romana. É corajoso, sangrento e envolvente."

O livro lhe prende do inicio ao fim com nada menos que informações novas, o que é raro um primeiro livro de mundo novo consiga me prender, pois o tempo que é desprendido em aprender os nomes novos de animais, de lugares, de criaturas é cansativo por vezes. Mas não nesse livro.

Vamos aos pontos que requer de atenção, já que eles existem. Por esse livro não ter um tempo específico, ele por vezes deixa o leitor meio confuso em que se basear no que pode fazer várias pessoas não gostar da história, onde me fez ver que ele é não um excelente livro que me fará pensar nele no futuro ou sempre que precisar indica-lo sendo um livro de distopia. Entretanto não posso deixar de citar, que sim,como é um ótimo livro para ser ler sem pretensão.

Outro ponto que por ser um livro de introdução a história ele se baseia bastante nesse premissa e é perceptível, que em diversos pontos do texto foge um pouco de histórias das pessoas, o acredito ser necessário para dar andamento a história, onde fica em falta nesse, mas tenho ótimas esperanças na continuação.

Olhei ele fora do brasil antes de ler e vi que ele obtém acima de 4 estrelas, enquanto, no ato da resenha, aqui no brasil esteja beirando a 3,5, mas tudo pode mudar, ou tudo pode continuar na mesma, e o livro ilustra bem esse sentimento.

P.S. 1: É preciso informar que eu nunca li As Aventuras do Caça Feitiço (to ouvindo grito de gente dizendo WHAAAT??!!!)
P.S. 2: Não sou fã de distopias. Mas algumas valem a pena serem lidas, e Arena 13 me deixou ansioso para ler a continuação.

Obs.: Prefiro não notificar o livro, pois eu não tenho a capacidade de enumerar de 0 a 10 o quão ele pode ser ruim ou não. Prefiro deixar você descobrir. E se por ventura houver erro de português, não deixa de me avisar, sou humano e vou errar! (Essa observação irá em todas as resenhas)

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