sábado, 3 de setembro de 2016

[Resenha] STAR TREK: SEM FRONTEIRAS (Star Trek: Beyond, EUA, 2016)


STAR TREK: SEM FRONTEIRAS (Star Trek: Beyond, EUA, 2016)


Graças a influência do senhor meu painho, hoje sou fã do gênero ficção cientifica e me sinto carente porque são poucos filmes nessa área (Sharknado nãããããão conta), e percebi que são poucas pessoas também que curtem, o que é uma pena. Fui conferir Star Trek logo no dia da estréia e pasmem: o cinema estava vazio... Que é isso gente?? 



Filmão bom da peste. Mas tudo bem, importa que fomos, gostamos horrores e nos divertimos muito na sessão família, porque logico que o senhor meu painho estava junto... Tal pai, tal filha!!! Tudo bem que as vezes ficção não tem uma história tããão profunda (a não ser que falemos de Interstellar, porque esse eu tenho que ver mais umas 75 vezes para ter ideia de tudo...) mas é muito bom ver as possibilidades e a criatividade em criar tantas nações alienígenas boas e ruins e todo um universo universal. Enfim, sou meio suspeita aqui, porque amo ficção cientifica!! Saudades Battlestar Galáctica!!!!!!!!!!!!



Star Trek: Sem Fronteiras começa com o capitão Kirk se questionando como capitão e suas funções, afinal uma missão de 5 anos pelo universo é bastante tempo e o convívio num ambiente fechado e sempre com as mesmas pessoas é algo complicado. Ao mesmo tempo Spock também está “em crise” com a morte do Embaixador Spock e a necessidade de reconstruir o planeta Vulcano, destruído no filme de 2009. 



No meio da missão a Entreprise recebe um pedido de socorro, que na verdade é uma armadilha do vilão Krall (a primeira vista me lembrou demais o demônio de Mestre dos Desejos... ) que deseja uma arma que está a bordo da nave. Depois de serem atacados por umas coisinhas que chamam de abelhas (me lembrou mais os replicantes de Battlestar Galactica... SAUDADES!!!) e ter a Enterprise praticamente destruída, a tripulação cai num planeta desconhecido e hostil. A missão agora é resgatar todos e destruir Krall, pronto, essa é a premissa do filme, simples e objetiva. PERFEITA, sem muito bla bla bla.



Cheio de ação, cenas lindas e muito bem feitas, além de uma química sensacional entre os atores, Star Trek se torna, para mim, o filme do ano e olha que eu nem gosto muito de Chris Pine, ator que faz o capitão Kirk... A interação entre o sério Spock (Zacary Quinto, o Silas de Heroes) e o sarcástico Bones (Karl Urban, que fez Dredd) é bem interessante de ver. 

A trilha sonora é um show a parte, e vos digo que uma música nunca foi tão bem utilizada num filme antes. Em uma cena eu quase levanto da cadeira e aplaudo de pé porque foi simplesmente ótimo de bom. Star Trek é dirigido por Justin Lin, diretor de muitos Velozes e Furiosos e tem a produção de J.J Abrams (LOST, Super 8, ALIAS e muitas coisas maravilhosas), ou seja, sou mais que suspeita, então digo sem pensar uma vez e meia que o filme é PERFEITO EM TODOS OS SENTIDOS. 



Na ação, na interação, na emoção, e principalmente na sessão nostalgia, afinal não é toda franquia que faz sucesso há 50 anos! Star Trek: Sem Fronteiras deve ser visto no cinema hein meu povo? Faz essa forcinha porque vale a pena demais. É ficção cientifica para ninguém colocar defeito, e se colocar, fecho o ouvido, dou as costas e saio cantando Macarena... Teimosia de touro né? Sabe como é... Cinema agoooooooooooooora!!! :P


Resenha feita por: Amanda Oliveira

Obs.: E se por ventura houver erro de português, não deixa de me avisar, sou humano e vou errar!
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