quinta-feira, 23 de março de 2017

Crítica - Power Rangers 2017


Título: Power Rangers
Direção: Dean Israelite 
Elenco: Dacre Montgomery, RJ Cyler, Naomi Scott, Bryan Craston, Elizabeth Banks...

Sinopse:
A jornada de cinco adolescentes que devem buscar algo extraordinário quando eles tomam consciência que a sua pequena cidade Angel Grove - e o mundo - estão à beira de sofrer um ataque alienígena. Escolhidos pelo destino, eles irão descobrir que são os únicos que poderão salvar o planeta. Mas para isso, eles devem superar seus problemas pessoais e juntarem sua forças como os Power Rangers, antes que seja tarde demais.
Crítica

Após tantos anos os Rangers estão de volta. E confesso que surpreendeu essa pessoa aqui. Com a remodelagem do visual, esse filme não decepciona os fãs daqueles filmes dos Rangers de 95. E com o avanço da tecnologia é muito bom assistir os Power Rangers hoje em dia. 

Os novos Rangers de 2017, Jason, Billy, Kimberly, Trini e Zack são cinco adolescentes que não possuem nada em comum, e estudam na mesma escola na cidade da Alameda dos Anjos. E em um dia atípico eles se esbarram no lado de uma mina e descobrem cinco moedas /pedras. Cada uma de uma cor diferente.
Logo eles percebem as mudanças que as pedras causam em cada um, eles ficam mais fortes e resistentes. 


Eles acabam voltando ao local, e descobrem uma nave espacial junto com o robô Alpha 5 (que por sinal foi uma otima mudança), essa nave é liderada por Zordon, onde o mesmo explica as suas novas responsabilidades como Power Rangers e sobre sua arqui-inimiga Rita Repulsa (que por sinal está bem parecida com os trejeitos da anterior)

A história do filme é bem prática, é uma iniciação dos cinco como Rangers e eles descobrindo seus poderes, logo enfrentando uma vilã. Super simples. 



Assistir Power Rangers em 2017, é nada mais e nada menos que uma homenagem aos filmes da década de 90, e não esquecendo de apresentar aos novos expectadores de hoje a emoção que era assistir Power Rangers. Para quem é das antigas como eu, foi ótimo assistir o filme e ver que eles não esqueceram de nos presentear com pequenas referencias. Eles também se preocuparam em abordar sutilmente temas vividos pelos adolescentes, tais como; bullying, homossexualidade e alguns dramas de adolescentes. 

Confesso que assim que cheguei do cinema e coloquei o velho Power Rangers de 95 para assistir e dei boas risadas relembrando o quão era bom assistir na seção da Tarde.

E para você que ta lendo essa critica hoje e ainda não viu o filme, espera os créditos por favor. 

Essa resenha pode ser encontrada também no blog Clube da meia noite.

Go, go, Power Rangers.
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