sexta-feira, 28 de abril de 2017

[Crítica] Guardiões da Galaxia Vol. 2 (Guardians of the Galaxy Vol. 2 - EUA, 2017)

Guardiões da Galaxia volume 2 - Guardians of the Galaxy vol.2

Direção: James Gunn
Roteiro: James Gunn
Elenco:Chris Pratt, Zoe Saldana, Dave Bautista, Bradley Cooper, Kurt Russel, Michael Rooker...

Sinopse

Agora já conhecidos como os Guardiões da Galáxia, os guerreiros viajam ao longo do cosmos e lutam para manter sua nova família unida. Enquanto isso tentam desvendar os mistérios da verdadeira paternidade de Peter Quill .








Crítica


E como todos sabem a dona Marvel, não brinca em serviço. E quando uma boa empresa cinematográfica entrega uma grande obra nas mãos de um diretor competente como James Gunn o resultado que pode sair disso é um filme do caralho.

O segundo filme dos Guardiões, segue com o grupo matando monstros pela galaxia e resgatando objetos raros. Como já segue na sinopse do filme, Peter Quill ainda busca resposta pela origem do seu pai. E quando ele menos espera Ego (seu pai) aparece do nada afirmando procurar o jovem por muito tempo.

Guardiões da Galaxia vol. 2, não supera o Vol. 1 porem chega bem perto. O filme é recheado de referencias e brincadeiras. As 2h18min de filme passa voando aos olhos do expectador quando temos as piadas do Drax
A carga emocional do filme dessa vez foi maior, pois como eles já se tratam como uma família, eles se importam mais um com os outros. E é justamente ai que vemos o quão importante é a relação familiar desse grupo incomum. 
Dessa vez, conhecemos um pouco mais do personagem do Rocket e Yondu. Eles se referenciam como iguais devido as suas personalidades. Temos também a relação tumultuada de Gamora e Nebulosa, sobre os abusos vividos em suas respectivas infâncias.

E não podemos esquecer os momentos fofuras com Baby Groot. As novas adições da equipe fica clara, porem só vamos ver realmente no terceiro filme da franquia.

E vamos falar do visual do filme; como sempre o tom coloridão de Guardiões surpreende a todos com suas surras de cores. A trilha sonora, só perde para o primeiro volume, que foi excepcional. E o digital usado nos personagens estão simplesmente PERFEITO.

James Gunn  usa e abusa da interação entre os personagens para nos dar um filme grandioso. E não vamos deixar de falar da surra de cenas pós créditos.


Resenha feita por: Juliana Santos

Obs.: Prefiro não notificar o livro, pois eu não tenho a capacidade de enumerar de 0 a 10 o quão ele pode ser ruim ou não. Prefiro deixar você descobrir. E se por ventura houver erro de português, não deixa de me avisar, sou humano e vou errar! (Essa observação irá em todas as resenhas 
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