terça-feira, 11 de abril de 2017

[Crítica] Velozes e Furiosos 8 (The Fate of the Furious, EUA, 2017)

Velozes e Furiosos 8 - The Fate of the Furious
Direção:F. Gary Gray
Roteiro:Chris Morgan 
Elenco: Vin Diesel, Dwayne Johnson, Jason Stathan, Michelle Rodriguez, Charlize Theron, Scott Eastwood ...


Sinopse:

Depois que Brian (Paul Walker) e Mia (Jordana Brester) se aposentaram, e o resto da equipe foi exonerado, Dom (Vin Diesel) e Letty (Michelle Rodriguez) estão em lua de mel e levam uma vida pacata e completamente normal. Mas a adrenalina do passado acaba voltando com tudo quando uma mulher misteriosa (Charlize Theron) faz com que Dom retorne ao mundo do crime e da velocidade.





Pode começar a produzir o nono filme e suas sequencias, por que Fast 'Fucking' Furious, sempre acaba superando o filme anterior.


Mais uma vez, a franquia nos presenteia com um filme de ação cada vez mais distante da realidade (desliguem seus cérebros), em Velozes e Furiosos 8 eles conseguem superar o absurdo, e pela primeira vez na franquia eles colocaram um antagonista muito bom(que show a Charlize Theron dá).

Enfim, o roteiro do filme é muito simples, Dom tem que trair sua família e trabalhar para Cifher, ela é uma terrorista de primeiro escalão com uma tecnologia que nem o governo americano possui. A motivação dela é a mesma que a de todo vilão, respeito e dominação do mundo (parece meio Pink e Cérebro né?), ela vai em busca de códigos nucleares, para comandar tudo de dentro de seu avião quase impossível de rastrear. 



Dom, segue a mesma linha de sempre com seu personagem durão e porradeiro, dentro de um carro que cada vez mais fica difícil da física explicar.

A tradicional família de Toretto, é recrutado pelo Agente Mr. Ninguém, e ele é uma força que tem acesso a tudo (o que lembra um pouco os filmes da Marvel com a Shield) juntos com o agente Hobbs, eles seguem em busca de Toretto e Cipher, o único problema nisso tudo são as perseguições em massa e as destruições causadas por onde eles passam. Tudo em Velozes e Furiosos cheira a exagero e sem causar nenhum ferimento aos personagens. O filme encerra bem, deixando portas abertas para novas sequencias. 


Eles já colocaram um substituto para Paul Walker, o ator Scott Eastwood, que entra na turma como o novo agente Federal

Velozes e Furiosos é um blockbuster que mesmo que o filme não seja bom, leva milhares de fãs aos cinemas somente para ver carros tonados correndo pelas ruas. São 14 anos da franquia no cinema, e isso é o que nos leva ao cinema a cada ano para ver o impossível. Pois se quiséssemos realidade ninguém iria ao cinema.

Aproveita o feriadão e vá ao cinema ver o filme.
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