quarta-feira, 28 de junho de 2017

[Crítica] Meu malvado favorito 3

Meu malvado favorito 3
Direção: Pierre Coffin, Kyle Balda
Roteiro: Ken Daurio, Cinco Paul


Sinopse:



O ex-ator mirim e astro de TV, Balthazar Bratt, foi um típico malvado bem-sucedido nos anos 80 e agora está de volta à ativa. Ele vai aterrorizar a vida de Gru, Agnes, Margo, Edith, Dr. Nefario e os atrapalhados Minions. Em meio a tudo isso, Gru também vai encontrar o seu irmão gêmeo, Drew.










No primeiro filme da franquia Meu Malvado Favorito, o vilão Gru teve seu coração amolecido ao adotar três garotinhas. Já no segundo, ganhou uma esposa. 
Neste terceiro filme, Gru agora é um ex-vilão e parece que a sua família não parará de crescer: ele conhece o seu irmão gêmeo perdido, Drew, um ricaço que parece ser o seu oposto, bem-humorado, otimista e empolgado. Mas ele também é um vilão e tenta fazer com que o irmão volte à vilania.

Enquanto isso, Balthazar Bratt, uma ex-estrela mirim dos anos 80 rejeitada por Hollywood, vai aterrorizar a vida de Gru. O melhor vilão da franquia (até agora) é caricato e utiliza de diversos artefatos daquela época, desde ombreiras, cores néon, ataques com ioiô, cubos mágicos explosivos e passos de dança embalados por uma trilha sonora de Michael Jackson, passando por A-ha, até Dire Straits.

Os minions, é claro, têm muito espaço e desta vez vão aprontar muito na praia, na prisão e até num show de talentos. As meninas também têm destaque, com Agnes a procura de um unicórnio fofinho. Temos também Lucy tentando lidar com a novidade de ser mãe de três meninas.


Uma animação divertida e que, sem dúvida, será um sucesso assim como seus antecessores. 

Crítica feita pela nossa amiga Bianca Sampaio do blog Epílogos e Finais  
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